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Foundation Models e o futuro dos negócios

Lipie Souza25 de abr. de 20232 min de leitura51 visualizações

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Quando estudei Engenharia de Computação no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, tive a oportunidade de aprender um pouco sobre o universo da Inteligência Computacional, na expectativa de entender o funcionamento das redes convolucionais (o must do must na época). Essas arquiteturas de aprendizado profundo supervisionado eram a vanguarda da pesquisa em inteligência artificial, impulsionando inovações em reconhecimento de imagens e processamento de linguagem natural. Hoje, porém, estamos entrando em uma nova era, em que o aprendizado não supervisionado e a auto atenção dominam o campo.

Essa mudança foi catalisada, em grande parte, pelo surgimento dos Generative Pre-trained Transformers (GPTs). Esses modelos de linguagem revolucionários, são capazes de aprender padrões complexos e gerar texto coerente e contextualizado. A evolução destes transformes tem sido rápida e pasmem, nos últimos testes do GPT4 há um consenso sobre uma sensibilidade semântica muito acurada, isso abre porta para que estas redes neurais façam todo o trabalho cognitivo <3

À medida que os GPTs se tornam mais sofisticados, eles têm transformado a maneira como as empresas abordam a inteligência artificial e o processamento de linguagem natural. Esses modelos oferecem soluções inovadoras para tarefas como tradução automática, análise de sentimentos, respostas automáticas e muito mais. Ao mesmo tempo, porém, a rápida evolução dessa tecnologia também levanta questões sobre seu controle e os possíveis impactos negativos.

Diante do medo e das incertezas que cercam essas novas tecnologias, é fundamental que as corporações adotem uma abordagem proativa e responsável. Isso inclui investir em pesquisa e desenvolvimento para entender melhor as implicações éticas e de segurança dos GPTs e estabelecer diretrizes claras para seu uso. Além disso, o diálogo aberto com outras organizações, reguladores e a sociedade em geral pode ajudar a construir um consenso sobre as melhores práticas e garantir que a tecnologia seja usada de forma benéfica e sustentável. Ao abordar esses desafios com responsabilidade e transparência, as corporações podem alavancar o potencial dos GPTs para transformar o campo da inteligência artificial, criando soluções inovadoras e impactantes.

Esse novo campo abre espaço para os Foundation Models - que são LLMs gerado a partir de bases de dados próprias e as organizações podem se beneficiar se iniciarem imediatamente a investir em P&D para tratar suas gigantescas bases de dados, outrora, estarão totalmente a mercê da Microsoft, Google e Amazon neste momento. É importante falarmos sobre isso!

Apesar das turbulências e os impactos que iremos passar nos próximos meses e anos, o futuro é brilhante!

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